Vou atualizar aqui os filmes que consegui assistir no Festival do Rio, porque eu gosto de deixar tudo registrado, dar nota (0 a 10, só não vale de 4 a 6.9, www.sadtrombone.com) e me organizar para fazer o top melhores e o top(less) piores quando a maratona acabar. Então já aviso que este post é só para auto-controle, até porque invariavelmente acabo me perdendo, já que costumo (ou costumava. falta de tempo é foda, e uma foda ruim) pegar sessões em esqueminha “oi, sou virgem”, nem sempre acertando o buraco, tiro no escuro. Passar bem e cinéfila mongol é a senhora sua mãe.
21.09 (cabine)
RocknRolla, de Guy Ritchie. 3,5 tangerinas.
Bora geral culpar a Mandonna? Sério, o filme parece Guy parodiando Guy. Rolla broxante.
Derek, de Isaac Julien. 4 tangerinas.
Curti a montagem, mas não desceu a narração brega da (Cha)Tilda Swinton (que eu até admirava. antes desse filme).
25.09 (abertura do Festival)
Última parada 174, de Bruno Barreto. 5,5 tangerinas.
Mas vem cá: e se quiser saltar antes? Pode? (fique com o documentário do José Padilha. bem melhor.)
27.09
Meu Marlon e Brando, de Huseyin Karabey. 7,5 tangerinas.
Tudo começou com um “opa, título bacana, horário da sessão é cômodo”. Me dei bem nessa. Filme sobre o direito (em frangalhos) de ir e vir de uma turca à cata do namorado num Iraque às portas da guerra. Destaque para os vídeos-de-amor (em vez de cartas) que ele envia a ela – espécie de ménagezão entre Bollywood, Chaves e Borat. Só não dei mais porque não curti os 30 segundos finais.
Pega e balança