Direção perigosa pela via pública

Não é só tempo perdido. É fazer do seu, do meu, do nosso dinheirinho papel higiênico de elefante. Vira e mexe o cara vai lá e pega uma graninha com a Lei RuaNele (que só manda mesmo é bom senso para o olho da rua). Tudo para cometer barbáries em nome do bom se velho cinema brasileiro.

Pior é que quem paga a conta é você, my fella espectador, acostumado a tantas cagadas no cinema mais perto de você – ou a gente acha que lamber o prato da curtura não é a mesma coisa do que limpar a bunda dos cineastas a serviço da nação? Talvez não seja o caso de falarmos em Retomada, e sim Freada – mais popularmente conhecida como Badalhoca, essa corrente de desopilamento da sétima arte brasileira. Cinema para os anais da história.

É claro que nem tudo é descargável. O problema é que, para cada Estômago, são 10 socos no estômago. E vale pra tudo. Entram no mesmo balaio filmes “de arte” (já ouviu falar de Siri-Ará, de Rosemberg Piriri, quer dizer, Cariry? não? continue assim) e garanhões da bilheteria como Divã (“Freud, explica?” “Agora? Tá na hora do jogo, porra!”).

E para não dizer que eu, como tantos, só faço reclamar, vai a CAIXINHA DE SUGESTÕES: a criação de uma lei para que todo cineasta patrocinado pelos cofres públicos ande por aí com uma plaquinha pendurada no fiofó. Nela, virão os dizeres:  “COMO ESTOU DIRIGINDO?”.

como-estou-dirigindo“Como um asshole”

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